Amo você, mesmo sem você me amar. Amo seus rompantes em me devorar com os olhos e amo o nada que sempre vem depois disso. Amo seu nada, apenas porque o seu nada também é seu. Amo tanto, tanto, tanto, que te deixo em paz.
— Tati Bernardi (via sibilar)
Eu sou assim mesmo. Quando me dou conta já falei. Já magoei, machuquei e afastei.
— Querido John (via horizontes-opostos)
Lei de Newton, né? “Tudo que vai, volta”. Então, cadê você?
— Geyse Gimenez (via nofinaldatarde)
Não importa que os horizontes sejam opostos, contando que tenha força suficiente para atravessar as montanhas, as florestas e cidades, os pontos mais altos e as superfícies mais profundas, os medos, e a vontade de desistir, a esperança e a fé vão te guiar se essa for mesmo sua vontade.
— Anonymous, horizontes-opostos. (via verborragias)
Ando sofrendo de cansaço, e dessa vez não é físico.
— Deplorável (via criticasdepoeta)
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo.
— Martha Medeiros (via aluguefelicidade)
Dentro de mim,
transborda você.
— Flutuar-se. (via nofinaldatarde)
Whisky forte. Cigarro forte. Abraço forte. Tudo forte, só para compensar um coração tão fraco.
— Esteban Tavares (via recuperar-te)
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